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Master Luiz Antônio da Silva um dos maiores mestre de muaythai da atividade

Master  Luiz Antônio da Silva um dos maiores mestre de muaythai da atividade

Master Kru Yai Luiz Antônio da Silva um dos maiores mestres de Muaythai da atualidade responsável pela equipe MDFIGHT e diretor Geral da CBMTB
Confederação Brasileira de Muaythai Boran.

Nasceu em 20 de julho de 1977, na região de Guarulhos, no estado de São Paulo. É 14° khan sib sih (Prapajeat y Mongkon Silver CBMTB), master Kru Yai e mestre em Muay Thai (Arjam), além de faixa preta de Kickboxing e Karate.

Os primeiros passos ocorreram aos seis anos de idade, quando ingressou no Karate Shotokan. Em 1990, começou a treinar Kickboxing, antes de encontrar o Muay Thai, sua verdadeira paixão.

Em geral, foi aluno dos mestres Flávio Molina, Nélio Naja entre outros, tanto a nível nacional e internacional. Por ser militar, era constantemente transferido de unidades.

Porém, mesmo com essas mudanças, continuou transmitindo conhecimentos.
Em 1996, passou a ministrar aulas, buscando agregar conhecimento técnico e colaborar para o desenvolvimento dos praticantes.

Para Mestre Luiz Antônio, ser um grande mestre significa acreditar no potencial de cada aluno, dedicar-se ao máximo para ajudá-los, alcançar o melhor e guiá-los para um caminho de realização e sucesso.

Treinou com dois grandes mestres no Brasil e passou um período no exterior, onde se aperfeiçoou. Além disso, conquistou vários títulos nacionais e internacionais. Seu cartel de lutas inclui 22 lutas de Boxe, 25 de Muay Thai, 12 de Vale-Tudo e 10 de Kickboxing.

No papel de educador, ensina o Muay Thai de forma autêntica e respeitosa, preservando a essência cultural e histórica tailandesa. “O Muay Thai é muito mais do que uma simples arte marcial, é um patrimônio que merece ser preservado e ensinado com precisão”, fala.

Nas artes marciais, destaca os trabalhos de Kaensak Sor Ploenchit, Somrak Khamsing, Ramon Dekkers e Namsaknoi Yudthagarngamtorn, exemplos de excelência e dedicação ao esporte. “Acreditem em si mesmo e enfrentem seus medos. A jornada rumo à perfeição é uma escalada diária, e as escolhas feitas ao longo desse caminho refletem quem somos verdadeiramente”, avalia.

A  MDFIGHT e a CBMTB tanto equipe e Confederação são mecanismos de poder lecionar e difundir o verdadeiro MUAYTHAI, de uma forma correta e honesta sem nunca esquecer de suas tradições, história e de sua originalidade. Com uma forma dinâmica e transparente estamos conseguindo levar a todos os amantes do MUAYTHAI, informações desconhecidas até então.

Frequentemente escutamos alguns comentários de praticantes e professores à respeito do estilo do MUAYTHAI que eles praticam ou ensinam. Definitivamente o MUAYTHAI não se divide em estilos como europeu, holandês, asiático, esportivo etc…

O MUAYTHAI é apenas UM !

Se não for ensinado exatamente como é feito na Tailândia, não será considerado MUAYTHAI.

A MDFIGHT e principalmente a CBMTB estará sempre ENSINANDO e respeitando do MUAYTHAI, para que todos possam tirar suas dúvidas. Pois assim como na Tailândia, entendemos que o MUAYTHAI é uma herança cultural de uma nação e passaremos para as próximas gerações todas as informações e ensinamentos dessa linda arte.

Mestre Luiz Antônio estara em julho realizando seminários, cerimônias de Khuen Kru, E participando de diversos eventos pelo Brasil, em especial São Paulo,Minas gerais,Rio de janeiro e Bahia.

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MDFIGHT – Team Muay Thai MDFIGHT (Esmeralda, Vacaria, Bom Jesus/RS)

Facebook: MDFIGHT – Team Muay Thai MDFIGHT
Instagram: @muaythai_dance_fight

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CFEM: ANM prorroga prazo para entrega da Declaração de Informações Econômicas Fiscais

O intuito da prorrogação é “garantir que os contribuintes tenham tempo suficiente para se adaptarem às novas exigências da agência

CFEM: ANM prorroga prazo para entrega da Declaração de Informações Econômicas Fiscais

O prazo para entrega da Declaração de Informações Econômicas Fiscais da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), estabelecido pela Resolução ANM nº 156/2024, será prorrogado. A informação é da Agência Nacional de Mineração (ANM). 

De acordo com a agência, o motivo está relacionado aos atrasos no desenvolvimento do sistema eletrônico para recepção das declarações e na finalização do manual de orientações.

O intuito da prorrogação é “garantir que os contribuintes tenham tempo suficiente para se adaptarem às novas exigências.” A ANM destacou, ainda, que será publicada uma nova Resolução com orientações específicas, além de um cronograma revisado para o cumprimento dessa obrigação. Por isso, é importante acompanhar as publicações nos canais oficiais da ANM.

CFEM: municípios afetados por atividades minerárias partilham mais de R$ 88 milhões, em fevereiro

No dia 8 de abril de 2024 foi publicada a Resolução nº 156/2024, que determina a obrigatoriedade da Declaração de Informações Econômicas Fiscais da CFEM a partir dos fatos geradores de janeiro deste ano. 

A declaração é considerada um instrumento essencial para aprimorar a fiscalização e a arrecadação da CFEM, estabelecendo mais transparência e eficiência no monitoramento das operações realizadas pelos contribuintes.

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Cadúnico: novo portal para gestores funcionará a partir de março

Ministério responsável aponta mais agilidade e segurança para programas sociais e que novidade visa otimizar a atualização cadastral e aumentar o combate às fraudes

Cadúnico: novo portal para gestores funcionará a partir de março

O novo Sistema de Cadastro Único (CadÚnico) vai começar a funcionar a partir de março. A operação vai atuar com uma nova plataforma e informações mais atualizadas.  O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) está à frente da mudança. Segundo a pasta, a mudança trará mais segurança e eficiência no combate às fraudes. Além disso, o novo sistema promove maior integração com outras bases de dados do Governo Federal – o que trará agilidade e otimização aos processos de atualização cadastral e no atendimento às famílias, conforme a pasta. 

O lançamento da plataforma ocorreu no último dia 18 de fevereiro. Segundo o MDS,  o novo sistema para os gestores do CadÚnico vai facilitar o trabalho daqueles que fazem o cadastramento e do cidadão beneficiário de programas sociais.

O MDS informa que a ideia é automatizar o preenchimento das informações das famílias, evitar erros e fazer com que o processo de atendimento na rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) seja mais ágil.

Em nota, a pasta informou que a integração de dados, que antes durava dois ou três meses para serem feitas, agora poderá ser feita em poucos dias, a partir de processos automatizados e rotineiros. Além disso, o novo sistema contará com uma plataforma de gestão de riscos e monitoramento – o objetivo é garantir eficiência e evitar fraudes cibernéticas e outros tipos de fraudes.

Outras novidades

Agora, quando o operador do Sistema for preencher o campo com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do beneficiário, serão processadas automaticamente informações de diferentes bases do Governo Federal, como a de óbitos e nascimentos, Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), Receita Federal, Previdência Social, entre outros. A base de dados passará a ser armazenada pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev). 

Importância de manter o Cadastro Único atualizado

A atualização do CadÚnico pelos beneficiários dos programas sociais do governo federal garante a permanência nesses programas e que os benefícios continuem ativos. Além disso, protege o usuário contra possíveis incoerências que podem suspender temporariamente os benefícios.

O MDS possui um passo a passo oficial de como atualizar o CadÚnico.  

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Energia elétrica: São Paulo registra maior número de sistemas de micro e minigeração distribuída instalados em janeiro

Mais de 110 mil novos consumidores passaram a ser beneficiados no mês passado , com mais de 65 mil novas usinas no país, totalizando 725 MW. Em SP, 13.463 usinas começaram a operar, com um total de 122 MW

Energia elétrica: São Paulo registra maior número de sistemas de micro e minigeração distribuída instalados em janeiro

Em janeiro, mais de 65 mil consumidores brasileiros optaram pela instalação de sistemas de micro e minigeração distribuída de energia elétrica (MMGD) para produzirem a própria energia elétrica. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o montante resultou em um acréscimo de 725 megawatts (MW) de potência instalada – integralmente a partir de painéis solares fotovoltaicos.

Com isso, 112 mil unidades consumidoras passaram a aproveitar os excedentes da energia gerada por iniciativa dos próprios consumidores no primeiro mês do ano, conforme dados da Aneel a partir de informações enviadas pelas distribuidoras de energia.

O estado de São Paulo se destacou em janeiro tanto em número de sistemas instalados quanto em potência. Foram 13.463 usinas que começaram a operar, um total de 122 MW. Já Goiás ficou em segundo lugar em expansão de potência da micro e da minigeração distribuída (MMGD) em janeiro, com 76 MW, seguido de Minas Gerais, com 75 MW.

Já em relação à quantidade de instalações, Minas Gerais ficou em segundo lugar, com 5.343 novas usinas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 4.877 instalações. Em contrapartida, a cidade com maior crescimento no mês foi Campo Grande (MS) – com 1.112 usinas.

Fonte: ANEEL

Entenda o que é MMGD

A micro e minigeração distribuída (MMGD) são centrais menores de geração de energia elétrica locais que utilizam fontes renováveis ou cogeração qualificada – como painéis solares, turbinas eólicas, geradores a biomassa, entre outros. O objetivo da inovação é que os consumidores produzam a própria eletricidade e, com isso, economizem na conta de luz.

Por meio da MMGD, os consumidores têm lançado o excedente de geração na rede de distribuição de energia para usar nos momentos em que não estão gerando eletricidade.

A modalidade de geração de energia pelo próprio consumidor é permitida no país desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, por meio da MMGD. Dessa forma, ficou permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada.

Veja as especificações de cada:

  • Microgeração distribuída: central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW);
  • Minigeração distribuída: possui potência acima de 75 kW e menor ou igual a 3 MW, que pode ser até 5 MW em situações específicas.

Dados da Aneel

A Aneel informou, em nota, que dados de 17/02 apontam  que o Brasil possui 3,28 milhões de sistemas conectados à rede de distribuição de energia elétrica, com potência instalada próxima de 36,90 gigawatts (GW). Dessa maneira, aproximadamente 4,91 milhões de unidades consumidoras utilizam os excedentes e os créditos da energia gerada nos sistemas instalados. 

Os dados apontam, ainda, que os consumidores residenciais respondem por 79,63% das usinas em operação (2,6 milhões), 69,01% das unidades que utilizam créditos pela MMGD (3,39 milhões) e 49,04% da potência instalada (18,10 GW).

No cenário, o comércio representa 10,08% das usinas (330,12 mil), 18,53% das unidades que utilizam créditos pela MMGD (910,32 mil) e 28,69% da potência instalada (10,59 GW). Já a classe rural responde por 8,61% das usinas em operação (281,99 mil), 9,97% das unidades que utilizam créditos pela MMGD (508,03 mil) e 13,77% da potência instalada (5,08 GW). 

 

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